DTCOM: Treinamento: A empresa envolvida com a ética

Treinamento: 
A empresa envolvida com a ética

  • A ética é uma ciência, e tem limitações.
  • A qualidade da ação humana é o objetivo desta ciência. É com isso que a ética se preocupa.
  • A ação humana vista pela ótica da qualidade.
  • Como podemos melhorar a qualidade da ação humana? 
  • Esta discussão é muito antiga. Como a discussão sobre ética veio para no meio profissional? O trabalho, nos últimos cinquenta anos, tornou-se a ação central da vida humana - centralidade do trabalho.
  • Para comprovar isto basta observar como organizamos nossa vida: em primeiro vem o trabalho, o resto do dia é organizado antes do trabalho, depois do trabalho e nos intervalos do trabalho.
  • A empresa não é o lugar em que passamos o tempo para ganhar alguns trocados. Empresas são lugares em que desenvolvemos/realizamos projetos de vida.
  • Hoje conta-se mais o jeito de ser das pessoas do que apenas o que ela é capaz de produzir. Quando entra um funcionário novo as pessoas não ficam preocupadas apenas com o desempenho da pessoa, e sim com sua postura. Ficam se perguntando: será que fulano é gente boa? Ao invés de se perguntar: será que fulano vai dar conta do trabalho?
  • "Tudo aquilo que é raro costuma ser mais caro." Postura é algo mais raro de conseguir do que desempenho.
  • Profissionais são fáceis de achar, pessoas com postura não.
  • Empresas funcionam como veículo para que pessoas se realizem
  • " [...] empresas só existem por delegação da sociedade, e têm de prestar contas a ela. Só se legitimam quando funcionam como veículo para que as pessoas se realizem, não apenas para que seus donos fiquem ricos." Peter Drucker   
  • Por que as empresas devem se interessar por questões éticas.
  • Licença Social para existir = Como as pessoas enxergam a empresa? Isto é legitimidade. 
  • Postura ética e conduta responsável é mais que modismo ou diferencial competitivo, mas é condição de sobrevivência e base de sustentabilidade nos negócios.
  • Não existe empresa ética, e sim pessoas éticas, ou não, que tocam negócios. As pessoas que fazem a ética acontecer. Não adianta ter um código de ética e não cumpri-la.
  • Empresa não tem perna, braço, coração, ou seja, empresa não vai ao lugar algum e não faz nada a não ser que os funcionários façam.
  • É muito importante que a pessoa responsável pela empresa faça a coisa acontecer, a pessoa acima de todos deve zelar e tomar cuidados com a legitimidade da empresa.
  • Empresas são produtos de ser humanos, ou seja, não há como esperar perfeição. A ética é mais uma questão de teimosia do que perfeição.
  • Para ser ético não é preciso ser perfeito.
  • Deve-se evitar a tentação de achar que a ética serva apenas para os outros. Ética deve ser uma questão de teimosia para todas as pessoas.
TEXTOS COMPLEMENTARES:


ANEXO 1
Ambição e ética
Stephen Kanitz *
Ambição é tudo o que você pretende fazer na vida. São seus objetivos, seus sonhos, suas resoluções para o novo milênio. As pessoas costumam ter como ambição ganhar muito dinheiro, casar com uma moça ou um moço bonito ou viajar pelo mundo afora. A mais pobre das ambições é querer ganhar muito dinheiro, porque dinheiro por si só não é objetivo: é um meio para alcançar sua verdadeira ambição, como viajar pelo mundo. No fim da viagem você estará de volta à estaca zero quanto ao dinheiro, mas terá cumprido sua ambição. As pessoas mais infelizes que eu conheço são as mais ricas. Quanto mais rico, mais infeliz. Nunca me esqueço de um comentário de uma copeira, na casa de um empresário arquimilionário, que cochichava para a cozinheira: "Todas as festas de rico são tão chatas como esta?" "Sim, todas, sem exceção", foi a resposta da cozinheira. De fato, ninguém estava cantando em volta de um violão. Os homens estavam em pé numa roda falando de dinheiro, e as mulheres numa outra roda conversavam sobre não sei o quê, porque eu sempre fico preso na roda dos homens falando de dinheiro. 

Não há nada de errado em ser ambicioso na vida, muito menos em ter "grandes" ambições. As pessoas mais ambiciosas que conheço não são os pontocom que querem fazer um IPO (sigla de oferta pública inicial de ações) em Nova York. São os líderes de entidades beneficentes do Brasil, que querem "acabar com a pobreza do mundo" ou "eliminar a corrupção do Brasil". Esses, sim, são projetos ambiciosos.

Já ética são os limites que você se impõe na busca de sua ambição. É tudo que você não quer fazer na luta para conseguir realizar seus objetivos. Como não roubar, mentir ou pisar nos outros para atingir sua ambição. A maioria dos pais se preocupa bastante quando os filhos não mostram ambição, mas nem todos se preocupam quando os filhos quebram a ética. Se o filho colou na prova, não importa, desde que tenha passado de ano, o objetivo maior. 

Algumas escolas estão ensinando a nossos filhos que ética é ajudar os outros. Isso, porém, não é ética, é ambição. Ajudar os outros deveria ser um objetivo de vida, a ambição de todos, ou pelo menos da maioria. Aprendemos a não falar em sala de aula, a não perturbar a classe, mas pouco sobre ética. Não conheço ninguém que tenha sido expulso da faculdade por ter colado do colega. "Ajudar" os outros, e nossos colegas, faz parte de nossa "ética". Não colar dos outros, infelizmente, não faz.

O problema do mundo é que, normalmente, decidimos nossa ambição antes de nossa ética, quando o certo seria o contrário. Por quê? Dependendo da ambição, torna-se difícil impor uma ética que frustrará nossos objetivos. Quando percebemos que não conseguiremos alcançar nossos objetivos, a tendência é reduzir o rigor ético, e não reduzir a ambição (...) Defina sua ética quanto antes possível. A ambição não pode antecedê-la, é ela que tem de preceder à sua ambição.


Fonte: http://www.luteranos.com.br/mensagem/artigo_ambicao_etica.htm 
< acesso em 29 de maio de 2009>


ANEXO 2
Ética Profissional é compromisso social
Rosana Soibelmann Glock
José Roberto Goldim
Conceituação: O que é Ética Profissional?
É extremamente importante saber diferenciar a Ética da Moral e do Direito. Estas três áreas de conhecimento se distinguem, porém têm grandes vínculos e até mesmo sobreposições. Tanto a Moral como o Direito baseiam-se em regras que visam estabelecer  uma certa previsibilidade para as ações humanas. Ambas, porém, se diferenciam. A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu bem-viver. A Moral independe das fronteiras geográficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.

O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada pelas fronteiras do Estado. As leis têm uma base territorial, elas valem apenas para aquela área geográfica onde uma determinada população ou seus delegados vivem. Alguns autores afirmam que o Direito é um sub-conjunto da Moral. Esta perspectiva pode gerar a conclusão de que toda a lei é moralmente aceitável. Inúmeras situações demonstram a existência de conflitos entre a Moral e o Direito. A desobediência civil ocorre quando argumentos morais impedem que uma pessoa acate uma determinada lei. Este é um exemplo de que a Moral e o Direito, apesar de referirem-se a uma mesma sociedade, podem ter perspectivas discordantes.

A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado. Um dos objetivos da Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. Ela é diferente de ambos - Moral e Direito - pois não estabelece regras. Esta reflexão sobre a ação humana é que caracteriza a Ética.

Ética Profissional: Quando se inicia esta reflexão?
Esta reflexão sobre as ações realizadas no exercício de uma profissão deve iniciar-se bem antes da prática profissional. A fase da escolha profissional, ainda durante a adolescência muitas vezes, já deve ser permeada por esta reflexão. A escolha por uma profissão é optativa, mas ao escolhê-la, o conjunto de deveres profissionais passa a ser obrigatório. Geralmente, quando você é jovem, escolhe sua carreira sem conhecer o conjunto de deveres a que está prestes a assumir tornando-se parte daquela categoria que escolheu. Toda a fase de formação profissional, o aprendizado das competências e habilidades referentes à prática específica numa determinada área, deve incluir a reflexão, desde antes do início dos estágios práticos. Ao completar a formação em nível superior, a pessoa faz um juramento, que significa sua adesão e comprometimento com a categoria profissional na qual formalmente ingressa. Isto caracteriza o aspecto moral da denominada Ética Profissional, esta adesão voluntária a um conjunto de regras estabelecidas como sendo as mais adequadas para o seu exercício.

Mas pode ser que você precise começar a trabalhar antes de estudar ou paralelamente aos estudos, e inicia uma atividade profissional sem completar os estudos ou em área que nunca estudou, aprendendo na prática. Isto não exime você da responsabilidade assumida ao iniciar esta atividade! O fato de uma pessoa trabalhar numa área que não escolheu livremente, o fato de “pegar o que apareceu” como emprego por precisar trabalhar, o fato de exercer atividade remunerada na qual não pretende seguir carreira, não a isenta da responsabilidade de pertencer, mesmo que temporariamente, a uma classe, e há deveres a cumprir. Um jovem que, por exemplo, exerce a atividade de auxiliar de almoxarifado durante o dia e, à noite, faz curso de programador de computadores, certamente estará pensando sobre seu futuro em outra profissão, mas deve sempre refletir sobre sua prática atual.

Ética Profissional: Como é esta reflexão?

Algumas perguntas podem guiar a reflexão, até ela tornar-se um hábito incorporado ao dia-a-dia. Tomando-se o exemplo anterior, esta pessoa pode se perguntar sobre os deveres assumidos ao aceitar o trabalho como auxiliar de almoxarifado, como está cumprindo suas responsabilidades, o que esperam dela na atividade, o que ela deve fazer, e como deve fazer, mesmo quando não há outra pessoa olhando ou conferindo. Pode perguntar a si mesmo: Estou sendo bom profissional? Estou agindo adequadamente? Realizo corretamente minha atividade?

É fundamental ter sempre em mente que há uma série de atitudes que não estão descritas nos códigos de todas as profissões, mas que são comuns a todas as atividades que uma pessoa pode exercer. Atitudes de generosidade e cooperação no trabalho em equipe, mesmo quando a atividade é exercida solitariamente em uma sala, ela faz parte de um conjunto maior de atividades que dependem do bom desempenho desta.

Uma postura pró-ativa, ou seja, não ficar restrito apenas às tarefas que foram dadas a você, mas contribuir para o engrandecimento do trabalho, mesmo que ele seja temporário. Se sua tarefa é varrer ruas, você pode se contentar em varrer ruas e juntar o lixo, mas você pode também tirar o lixo que você vê que está prestes a cair na rua, podendo futuramente entupir uma saída de escoamento e causando uma acumulação de água quando chover. Você pode atender num balcão de informações respondendo estritamente o que lhe foi perguntado, de forma fria, e estará cumprindo seu dever, mas se você mostrar-se mais disponível, talvez sorrir, ser agradável, a maioria das pessoas que você atende também serão assim com você, e seu dia será muito melhor.

Muitas oportunidades de trabalho surgem onde menos se espera, desde que você esteja aberto e receptivo, e que você se preocupe em ser um pouco melhor a cada dia, seja qual for sua atividade profissional. E, se não surgir outro trabalho, certamente sua vida será mais feliz, gostando do que você faz e sem perder, nunca, a dimensão de que é preciso sempre continuar melhorando, aprendendo, experimentando novas soluções, criando novas formas de exercer as atividades, aberto a mudanças, nem que seja mudar, às vezes, pequenos detalhes, mas que podem fazer uma grande diferença na sua realização profissional e pessoal. Isto tudo pode acontecer com a reflexão incorporada a seu viver.

Isto é parte do que se chama empregabilidade: a capacidade que você pode ter de ser um profissional que qualquer patrão desejaria ter entre seus empregados, um colaborador. Isto é ser um profissional eticamente bom. 

Ética Profissional e relações sociais:
O varredor de rua que se preocupa em limpar o canal de escoamento de água da chuva, o auxiliar de almoxarifado que verifica se não há umidade no local destinado para colocar caixas de alimentos, o médico cirurgião que confere as suturas nos tecidos internos antes de completar a cirurgia, a atendente do asilo que se preocupa com a limpeza de uma senhora idosa após ir ao banheiro, o contador que impede uma fraude ou desfalque, ou que não maquia o balanço de uma empresa, o engenheiro que utiliza o material mais indicado para a construção de uma ponte, todos estão agindo de forma eticamente correta em suas profissões, ao fazerem o que não é visto, ao fazerem aquilo que, alguém descobrindo, não saberá quem fez, mas que estão preocupados, mais do que com os deveres profissionais, com as PESSOAS.

As leis de cada profissão são elaboradas com o objetivo de proteger os profissionais, a categoria como um todo e as pessoas que dependem daquele profissional, mas há muitos aspectos não previstos especificamente e que fazem parte do comprometimento do profissional em ser eticamente correto, aquele que, independente de receber elogios, faz A COISA CERTA. 

Ética Profissional e atividade voluntária:

Outro conceito interessante de examinar é o de Profissional, como aquele que é regularmente remunerado pelo trabalho que executa ou atividade que exerce, em oposição a Amador. Nesta conceituação, diria-se que aquele que exerce atividade voluntária não seria profissional, e esta é uma conceituação polêmica. Em realidade, Voluntário é aquele que se dispõe, por opção, a exercer a prática Profissional não-remunerada, seja com fins assistenciais, ou prestação de serviços em beneficência, por um período determinado ou não. Aqui, é fundamental observar que só é eticamente adequado, o profissional que age, na atividade voluntária, com todo o comprometimento que teria no mesmo exercício profissional se este fosse remunerado. Seja esta atividade voluntária na mesma profissão da atividade remunerada ou em outra área. Por exemplo: Um engenheiro que faz a atividade voluntária de dar aulas de matemática. Ele deve agir, ao dar estas aulas, como se esta fosse sua atividade mais importante. É isto que aquelas crianças cheias de dúvidas em matemática esperam dele! Se a atividade é voluntária, foi sua opção realizá-la. Então, é eticamente adequado que você a realize da mesma forma como faz tudo que é importante
em sua vida.

Ética Profissional: Pontos para sua reflexão:
É imprescindível estar sempre bem informado, acompanhando não apenas as mudanças nos conhecimentos técnicos da sua área profissional, mas também nos aspectos legais e normativos. Vá e busque o conhecimento. Muitos processos ético-disciplinares nos conselhos profissionais acontecem por desconhecimento, negligência. Competência técnica, aprimoramento constante, respeito às pessoas, confidencialidade, privacidade, tolerância, flexibilidade, fidelidade, envolvimento, afetividade, correção de conduta, boas maneiras, relações genuínas com as pessoas, responsabilidade, corresponder à confiança que é depositada em você...

Comportamento eticamente adequado e sucesso continuado são indissociáveis!


Glock, RS, Goldim JR. Ética profissional é compromisso social. Mundo Jovem
(PUCRS, Porto Alegre)
2003;XLI(335):2-3, .
Fonte: http://www.ufrgs.br/bioetica/eticprof.htm <acesso em 29/05/2009>


ANEXO 3
A ética no trabalho
Postado por Admin Em 10 - fevereiro - 2008
Não basta conseguir um emprego, é preciso saber preservá-lo. Para isso, é necessário ter ética acima de tudo e aprender a se relacionar no ambiente de trabalho. A repórter Fabiana Scaranzi mostra como driblar as armadilhas e se comportar com fofocas, e-mails e afins. Você já conseguiu o tão esperado emprego, fez amizade com os colegas, mas como se comportar, como lidar com a ética no trabalho? “Fazer uma análise comparativa com os meus valores e princípios, o que eles vão exigir e pedir do meu comportamento, de minha atitude, bate com aquilo que eu sou?”, diz Wagner Brunini, especialista em RH.

Mas, é preciso pensar nisso também? É fundamental. Então, vamos abordar alguns assuntos delicados que vão ajudar você a sobreviver na empresa sem se meter em confusão. Se alguém chega para você no corredor e conta uma informação ainda sigilosa, com uma pitada de maldade sobre a empresa, você passa para frente? “O funcionário, como que numa armadilha, cai nesse ambiente de fofoca e eu costumo sempre afirmar que tão ruim quanto a fofoca é o fofoqueiro, porque o fofoqueiro passa a ser rotulado. A empresa tem que ser rápida nessa informação para não virar fofoca e é assim que a organização tem que se comportar cada vez. Com transparência”, explica Brunini.

As empresas também têm tomado medidas para melhorar a comunicação com os funcionários. Em uma empresa de Sergipe, as regras são claras. Ao ser admitido o funcionário recebe um guia de comportamento - um código de ética no trabalho – em que está descrito tudo o que o funcionário deve fazer para se manter na empresa. Além disso, ele assina um termo em que se compromete a fazer uso consciente da internet e dos telefones.

“A gente já entra sabendo como se comportar. Acho bacana isso”, disse o eletricista Andrei Fonseca. “Faz com que haja um alinhamento às diretrizes da empresa, além de também trazer uma maior transparência e uma maior harmonia na relação entre os colaboradores”, afirma o gerente de marketing Marcelo Medina.

Para facilitar a comunicação interna e assim evitar fofocas e atritos, a companhia investiu numa rede de computadores que permite a comunicação entre todos os funcionários. É possível falar até com os diretores, sobre qualquer assunto. Vale até reclamação. E o e-mail? Todo endereço tem o nome da pessoa, o arroba e aí o nome da empresa. O funcionário pode se dar mal quando envia alguns tipos de mensagem. Em São Luís, José Maria Ribeiro teve problemas com o banco onde trabalhava por ter usado o correio eletrônico de forma inadequada. Para divulgar o lançamento do disco de um amigo, ele enviou uma mensagem para todos os funcionários, do Maranhão e do Piauí. O gerente de uma agência não gostou e a mensagem foi parar no departamento de segurança da informação. Ele teve o e-mail bloqueado por 30 dias e foi obrigado a escrever uma carta para o superintendente do banco pedindo desculpas ao banco pelo ocorrido. “Hoje eu tenho duas contas de e-mail: uma para fins particulares e outras para os fins do trabalho”, contou o estudante José Maria.

Como deve ser a relação com o chefe? “Puxa-saquismo não deve fazer parte das organizações das empresas. Provavelmente porque o próprio chefe vai perceber isso ou os próprios pares vão localizar você como puxa-saco”, explica Brunini. Outras dicas dos especialistas:

-Pontualidade vale ouro.
-Ao atender o telefone, seja sério sem ser sisudo.
-Nas reuniões, é melhor deixar o celular desligado.
-Evite criticar os colegas de trabalho ou culpar um subordinado pelas costas. Faça-o
em particular, cara a cara.
-Dê crédito a quem merece, nem sonhe em aceitar elogios pelo trabalho de outra
pessoa.

Algumas decisões dependem de bom senso, tantas outras dependem de valores.

Fonte: http://www.umtoquedemotivacao.com/administracao/recursoshumanos/
a-etica-no-trabalho <acesso em 08 de junho de 2009>


ANEXO 4
Ética no trabalho
1. Seja honesto em qualquer situação.
2. Nunca faça algo que você não possa assumir em público.
3. Seja humilde, tolerante e flexível. Muitas ideias aparentemente absurdas podem ser a solução para um problema. Para descobrir isso, é preciso trabalhar em equipe, ouvir as pessoas e avaliar a situação sem julgamentos precipitados ou baseados em suposições.
4. Ser ético significa, muitas vezes, perder dinheiro, status e benefícios.
5. Dê crédito a quem merece. Nem sonhe em aceitar elogios pelo trabalho de outra pessoa. Cedo ou tarde, será reconhecido o autor da ideia e você ficará com fama de mau-caráter.
6. Pontualidade vale ouro. Se você sempre se atrasar, será considerado indigno de confiança e poderá perder boas oportunidades de negócio.
7. Evite criticar os colegas de trabalho ou culpar um subordinado pelas costas. Se tiver de corrigir ou repreender alguém, faça-o em particular, cara a cara.
8. Respeite a privacidade do vizinho. É proibido mexer na mesa, nos pertences e documentos de trabalho dos colegas e do chefe. Também devolva tudo o que pedir emprestado rapidamente e agradeça a gentileza com um bilhete.
9. Ofereça apoio aos colegas. Se souber que alguém está passando por dificuldades, espere que ele mencione o assunto e ouça-o com atenção.
10. Faça o que disse e prometeu. Quebrar promessas é imperdoável.
11. Aja de acordo com seus princípios e assuma suas decisões, mesmo que isso implique ficar contra a maioria.
12. O que fazer com os brindes e presentes? Muitas empresas têm normas próprias e estipulam um limite de valor para os brindes. Informe-se discretamente sobre isso e aja conforme a regra.
13. A relação de trabalho é mediada pela hierarquia. O subordinado amigo deve ao chefe a mesma deferência que os demais - e o chefe amigo precisa ser extremamente cuidadoso para não beneficiar o subordinado que lhe é próximo.
14. Caso trabalhe com alguém de quem não gosta, troque cumprimentos, mantenha distância e não comente a antipatia que sente. Isso minimiza os atritos e evita que os outros reparem a incompatibilidade e façam fofocas.
15. Afaste-se das fofocas e maledicências. Só o fato de prestar atenção nelas pode lhe dar a fama de fofoqueiro. Aquele que lhe conta a última, pode levar, também, um comentário péssimo sobre você.
16. Reconheça os erros, mas não exagere no arrependimento nem na culpa. A fala correta é: “não foi um erro intencional, isso não vai ocorrer de novo e vou remediar o acontecido”.

Fonte: http://www.efetividade.net/2008/01/08/etica-no-trabalho-indo-alem-dos-codigos-de-etica/ <acesso em 08 de junho de 2009>


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